Thursday, December 19, 2013

R.E.M.: What's the frequency Kenneth?


"What's the frequency, Kenneth?" is your Benzedrine
I was brain-dead, locked out, numb, not up to speed
I thought I’d pegged you an idiot's dream
Tunnel vision from the outsider’s screen
I never understood the frequency
You wore our expectations like an armored suit

I'd studied your cartoons, radio, music, TV, movies, magazines
Richard said, "Withdrawal in disgust is not the same as apathy"
A smile like the cartoon, tooth for a tooth
You said that irony was the shackles of youth
You wore a shirt of violent green
I never understood the frequency

"What's the frequency, Kenneth?" is your Benzedrine
Butterfly decal, rear-view mirror, dogging the scene
You smile like the cartoon, tooth for a tooth
You said that irony was the shackles of youth

You wore a shirt of violent green
I never understood the frequency
You wore our expectations like an armored suit
I couldn't understand
You said that irony was the shackles of youth
I couldn't understand
You wore a shirt of violent green
I couldn't understand
I never understood, don't fuck with me

Tuesday, December 3, 2013

A incrível língua brasileira

"Olha procê vê..."


Coisa cotidiana aqui em Belo Horizonte. Os mineiros nem entendem porque eu rio quando eles dizem isso, precisa explicar: e eu ia olhar pra quê, se não fosse pra ver?
- Ah... olha procê vê!

Sunday, December 1, 2013

The Black Keys: Little black submarines



Little black submarines
Operator please
Put me back on the line
Told my girl I'd be back
Operator please
This is wreckin' my mind

Oh can it be
The voices calling me
They get lost
And out of time
I should've seen it glow
But everybody knows
That a broken heart is blind
That a broken heart is blind

Pick you up, let you down
When I wanna go
To a place I can hide
You know me, I had plans
But they just disappeared
To the back of my mind

Oh can it be
The voices calling me
They get lost
And out of time
I should've seen a glow
But everybody knows
That a broken heart is blind
That a broken heart is blind

Treasure maps, fallen trees
Operator please
Call me back when it's time
Stolen friends and disease
Operator please
Patch me back to my mind

Oh can it be
The voices calling me
They get lost
And out of time
I should've seen a glow
But everybody knows
That a broken heart is blind
That a broken heart is blind
That a broken heart is blind

Update: versão com a letra completa


Monday, November 4, 2013

Livro: "Crianças francesas comem de tudo"


Link para o site da autora, onde se pode ler um capítulo de graça: http://karenlebillon.com/books/

A princípio esse livro pode parecer não vir ao caso. A autora descreve uma situação inicial calamitosa, em que ela própria tem um paladar super restrito, praticamente não sabe cozinhar, as crianças não comem nada... Mas justamente me "pegou" perceber quanto não só os hábitos alimentares por aqui estão lentamente (ou nem tanto) tendendo a esse padrão muito baixo, mas como nossas atitudes "combativas" vão na mesma linha (anglo-puritana): eu tenho de admitir que frequentemente penso em me opor à miséria alimentar... não deixando a minha família comer besteira, não comprando isso e aquilo, não, não...

Os franceses médios, segundo a autora, não pensam em se opor a nada, mas em gozar cada vez melhor da comida. Associam alimentação a prazer, não a restrição, e entendem prazer não como um fenômeno primitivo e/ou natural, mas como algo que se aprende a obter - que se refina e intensifica. Isso foi o que realmente me interessou. O que é bom é determinado no interior de uma cultura dos sentidos que refina, que faz com que afinal se escolha comer melhor - e menos - o que eles associam a uma "maturidade" (os americanos comem como crianças, dizem). É enfim o a,b,c das ideias de educação, gosto, cultura, mas foi reanimador vê-lo ser descoberto tão cândida e claramente.

Por aqui, o livro me fez passar a por a mesa decentemente, sentar com uma disposição para apreciar ao máximo a refeição e a conversa, variar o cardápio - coisa muito importante, porque eu andava repetindo demais, estava acovardada - e falar com renovado interesse sobre comida com meu marido, sobre o que gostamos, o que estamos com vontade de comer, sobre alimentos que nos fazem bem ou mal... Mais importante ainda, a leitura me fez sentir menos como se eu estivesse me submetendo a uma prova de competência como mãe ao alimentar o meu filho. Nada como uma americana para guiar uma desamericanização...

Thursday, October 17, 2013

Quase dois anos

- A mamãe sonhou essa noite. Você sonhou?
- Soiô cacaúca, cocó. (tartaruga, galinha)