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Thursday, September 29, 2011

Visita ao Inhotim

Fizemos outra visita ao Inhotim, um museu de arte contemporânea - parque a uns 50 km de Belo Horizonte. As plantas, na verdade o paisagismo é tão bacana quanto o acervo. 


Vistas da lagoa. Dessa vez me lembrei de uma entrevista em que o Sebastião Salgado dizia que aprendera a fotografar sempre com contraluz, porque em Minas é assim. Eu não aprendi, é lógico, mas a impressão que a gente tem é que o sol está sempre na nossa frente.
 


Essa é uma obra do Tunga. Nessa visita a gente acabou vendo um bocado de Tunga.


O orquidário suspenso.


Outra galeria com uma obra de Tunga, chamada, se não me engano, True Rouge.




Amilcar de Castro. Nessa hora o sol já tinha ido embora.



A foto ficou ruim, mas essa figueira estava linda.


 (não é uma figueira)

Marepe.

Galeria em que estão as obras do Hélio Oitica, divertidas, peito aberto.


Vista exterior da "casa da Rivane". Já postei sobre essa obra antes, dessa vez o roseiral na frente da casa estava em flor.


É pena que não dá pra tirar foto das obras, mas no site do museu tem.

Thursday, November 11, 2010

Inhotim: Rivane Neuenschwander

Continente/Nuvem, de 2008. Sobre a obra há um texto no site do museu. Pra mim o que é importante é aquele teto de nuvens ou mapas estar justamente dentro de uma velha casa de fazenda. As nuvens sob o teto, os continentes em transformação dentro de um pequeno refúgio humano. Mas também é significativo o chão rebaixado, a casa sem mobília e branca por dentro e por fora, como uma ossada e uma escavação, depois da vida.



Sobre a artista, há uma coleção de notícias no site da galeria Fortes Vilaça.

Sunday, November 7, 2010

Inhotim: Adriana Varejão

Museu-jardim botânico perto de Belo Horizonte com uma excelente coleção de arte contemporânea e exposições temporárias. Eles não permitem tirar fotos das obras, mas o site do museu tem bastante documentação.

Essa é a galeria - assim eles chamam os edifícios de exposição - onde estão duas obras grandes da Adriana Varejão.

Essa é a parte de cima, e um detalhe do banco de passarinhos.

Vou postando mais por esses dias. O lugar - é esquisito chamá-lo de museu, porque a palavra invoca a preservação do passado, e tudo que está lá é contemporâneo - é tão tão bacana que tirei muitas fotos.